Notícias do Mundo Cristão

Igreja Luterana da Suécia Aprova Casamento de Homossexuais

Essa eu vi no site da Sepal (www.pesquisas.org.br), veiculei a informação por e-mail, mas não poderia jamais deixar de divulgar aqui. Ah, essa vai pro Adoração e Missões também.

Maior denominação religiosa do país deve começar a celebrar casamentos em novembro.

A Igreja Luterana da Suécia – a maior do país – deve começar a realizar casamentos entre pessoas do mesmo sexo a partir do mês que vem. Cerca de 70% dos 250 membros do sínodo da igreja votaram a favor da medida, tornando-a uma das primeiras grandes igrejas do mundo a permitir o casamento gay. O governo da Suécia aprovou uma nova lei em maio garantindo a casais homossexuais os mesmos direitos concedidos a casais heterossexuais.

Cerca de três quartos dos suecos são membros da Igreja Luterana, apesar de o número de praticantes ser relativamente baixo. A Igreja Luterana diz que a partir de novembro qualquer um de seus pastores poderá celebrar casamentos entre homossexuais. Pastores individuais não serão “forçados” a celebrar os casamentos gays, mas poderão ser substituídos para as cerimônias caso se recusem.

Apoio

A igreja, que até 2000 estava sob o controle do Estado, apoiou a decisão do governo de legalizar os casamentos gays em maio. Mas alguns líderes religiosos defenderam que as cerimônias da igreja e o termo matrimônio sejam reservados às uniões heterossexuais. Outros se opuseram à nova lei argumentando que ela seria contrária às escrituras religiosas. “De minha parte, acho que a decisão correta foi tomada, mas tenho empatia com os muitos que acreditam que isso foi longe demais”, afirmou o arcebispo da Suécia, Anders Wejryd.

O principal grupo gay do país, a Federação Sueca dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros, elogiou a decisão da Igreja Luterana.“Nós congratulamos a Igreja da Suécia por sua decisão. Os membros homossexuais e bissexuais da Igreja finalmente poderão se sentir um pouco mais acolhidos pela sociedade”, afirmou o grupo num comunicado.

A Suécia foi um dos primeiros países a dar aos casais homossexuais direitos para “parcerias civis”, em meados dos anos 1990, e a permitir que casais homossexuais adotassem crianças, a partir de 2002. Com a lei aprovada em maio, a Suécia se tornou o quinto país europeu a reconhecer o casamento entre pessoas do mesmo sexo, depois da Holanda, da Bélgica, da Espanha e da Noruega.

Fonte: G1 e BBC

Um Pouco Sobre Mormonismo

Aqui está uma reportagem sobre o mormonismo, extraída da Revista Época. Fala sobre a religião e o crescimento dela no Brasil ao longo do tempo. Espero que, mais uma vez, os amados possam refletir sobre o crescimento de doutrinas que fogem ao que a Bíblia fala. Em Gálatas 1:8-9 o apóstolo Paulo afirma “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos pregasse outro evangelho além do que já vos pregamos, seja anátema. Como antes temos dito, assim agora novamente o digo: Se alguém vos pregar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema.”

Que o Senhor abençoe a cada um dos amados! Fiquem na paz de Deus!

O credo dos convertidos

A religião mórmon é uma das que mais crescem no mundo. Como nenhuma outra, ela se alimenta do proselitismo de seus missionários

Eles são inconfundíveis. Andam em dupla, usam cabelo curto e bem penteado, estão sempre sorrindo. Vestem camisa branca de manga curta, gravata com prendedor e calça de terno. Os sapatos com solas de borracha reforçada, como os usados pelos carteiros, permitem a eles passar o dia na rua, batendo de porta em porta, testando pacientemente seu poder de persuasão. Nas placas presas no lado esquerdo do peito, antes do nome, são identificados como “élder”. É um tratamento religioso, também reservado a idosos. Mas eles são jovens, muito jovens. Muitos ainda têm espinhas no rosto e corpo de adolescente. Alguns são estrangeiros e falam com sotaque. Eles são os missionários mórmons.

Os missionários são a face aparente – e a espinha dorsal – de uma fé que se alimenta, como nenhuma outra, de conversões. A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, nome oficial da religião, é uma das que mais crescem. Estima-se que dois terços dos mórmons são convertidos. Isso quer dizer que eles não nasceram em família mórmon. Em algum momento da vida, foram convencidos a aderir à fé, muito provavelmente por missionários. A igreja afirma ter mais de 12 milhões de adeptos no mundo. Por ano, diz ganhar 400 mil novos fiéis. Em 2080, poderão chegar a 267 milhões, de acordo com o sociólogo americano Rodney Stark, professor da Universidade Baylor, no Texas.

Esses números fariam dos mórmons a segunda igreja cristã do mundo. Estariam à frente de qualquer grupo evangélico e atrás apenas dos católicos. Recentemente, os mórmons entraram na ordem do dia por causa da série de TV Big Love, que fala de uma família polígama. Injustamente, segundo os mórmons, já que a religião aboliu a prática no fim do século XIX.

O Brasil tem, de acordo com o último censo, 199.641 mórmons. É praticamente a mesma quantidade de budistas, o dobro de praticantes do candomblé e o triplo de judeus. Mas os cadastros da igreja apresentam números muito maiores. Os mórmons brasileiros formariam o terceiro maior rebanho do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, onde a religião nasceu, e do México. Em 1985, eles seriam 240 mil. Dez anos depois, chegariam a 558 mil – mais que o dobro. Hoje, seriam por volta de 940 mil. Em duas décadas, o número de adeptos teria aumentado quatro vezes.

Segundo a igreja, cerca 3.500 missionários atuavam no Brasil há dez anos. Hoje, seriam 4.440. O trabalho deles é voluntário. Os missionários têm entre 19 e 26 anos. Podem pregar em seu país, mas em outra cidade, ou no exterior. A missão dura dois anos para os homens e 18 meses para as mulheres. Nesse período, ficam isolados. Só podem telefonar para casa em duas datas: no Dia das Mães e no Natal. No único dia de folga da semana, podem mandar e-mails, mas apenas pelo provedor da igreja. Estão proibidos de ir ao cinema, assistir à televisão e ler jornais.

O crescimento da religião se deve, em grande parte, a esse intenso proselitismo. O trabalho de conversão está em suas origens. Em 1823, no Estado de Nova York, um filho de fazendeiros chamado Joseph Smith disse ter recebido uma revelação. Um anjo teria lhe dito onde estavam enterradas placas de ouro com os ensinamentos da “verdadeira fé”, escritos em “egípcio reformado”. Reza a história que Smith teria traduzido os hieróglifos com a ajuda de uma pedra mágica colocada dentro de um chapéu. Ao enterrar a cara no chapéu, dizem os relatos, as letras surgiam em sua mente.

Quando terminou a tradução, Smith teria mandado imprimir os ensinamentos, formando o chamado Livro de Mórmon. Dizem as escrituras que, por volta do ano 600 a.C., uma tribo hebraica chefiada por um homem chamado Lehi teria saído de barco de Israel e chegado à costa dos Estados Unidos. Após a morte do líder, a tribo teria se dividido em duas. Uma parte passaria a ser chefiada pelo virtuoso Néfi, a outra pelo indolente Laman.

Depois da ressurreição, Cristo teria ido ao Novo Continente para apaziguar as diferenças. A paz teria durado quatro séculos. Por volta de 400 d.C., os lamanitas teriam massacrado os nefitas. O comportamento maldoso dos lamanitas teria levado Deus a escurecer a pele deles – por isso Cristóvão Colombo teria encontrado apenas índios quando chegou à América. O líder dos nefitas nesse tempo se chamaria Mórmon. Seu filho, Moroni, seria o último sobrevivente. Teria sido ele, na forma de anjo, quem teria revelado o local onde estavam as placas de ouro a Joseph Smith. Com o livro na mão, Smith teria começado a pregação – como se fosse o primeiro missionário da igreja.

Os mórmons não se consideram uma religião a mais, e sim a igreja restaurada de Jesus – por isso, eles também seguem a Bíblia. Como os demais cristãos, acreditam que Jesus voltará. Somente quem tiver a alma pura e uma postura exemplar se salvará do Juízo Final e viverá ao lado de Deus, também chamado de Pai Celestial. Por essa razão, os mórmons se autodenominam “santos”. Para eles, os espíritos podem chegar a ser tão perfeitos quanto Deus. “O homem pode se tornar Deus. Ele tem o potencial. Nossa vida pode progredir na imortalidade”, afirmou o atual presidente da igreja, Gordon Hinckley, num documentário produzido pela rede americana NBC.

O presidente é a autoridade máxima da igreja. Ele é considerado um profeta, como foram Abraão e Moisés, e também é chamado por esse tratamento. Abaixo do presidente, como nos primeiros anos do cristianismo, estão 12 apóstolos. A idade é um critério usado na ascensão aos cargos mais altos. Os presidentes são, em geral, anciões. E somente homens participam da alta hierarquia.

No Brasil, pela grande dimensão, a igreja é liderada por dois presidentes. Cada um cuida de uma área. Segundo a igreja, os presidentes regionais, assim como todas as lideranças, não recebem salário, apenas uma ajuda de custo.

Pelas normas, os presidentes de área se dedicam às atividades da igreja, por livre iniciativa, até cumprir 70 anos. A não ser que sejam nomeados como um dos 12 apóstolos. A função dos presidentes é supervisionar a formação dos líderes e a administração dos quatro templos, onde acontecem as cerimônias de batismo e casamento, e as 990 capelas, onde são realizadas reuniões abertas a todos, inclusive não-mórmons. Mas essas são funções apenas de apoio à sede mundial da igreja, em Salt Lake City.

Os mórmons acreditam que qualquer um pode receber revelações diretas de Deus. Mas somente o profeta poderia receber revelações que possam alterar a doutrina da igreja e as normas de conduta dos fiéis. O fim da poligamia teria sido decidido por uma revelação. “Mais que qualquer outra coisa, essa mudança singular de s política da igreja foi o que a transformou em surpreendente sucesso até os dias de hoje. Desistindo da poligamia, os mórmons foram gradualmente perdendo o estigma de seita de lunáticos”, afirma o jornalista Jon Krakauer no livro Pela Bandeira do Paraíso, em que narra a origem da religião e da divisão em seitas dissidentes.

Outra revelação que acabou sendo útil à igreja foi a admissão de negros nas cerimônias nos templos, recebida pelo presidente Spencer Kimball, em 1978. Essas cerimônias são secretas e proibidas aos não-mórmons. É nos templos que os mórmons se casam. Antes da revelação, os negros podiam ser batizados na igreja. Sem se casar, no entanto, não poderiam ser considerados santos e nem um dia viver ao lado de Deus. A aceitação de negros ampliou as possibilidades de conversão em muitos países. Foi nesse período que explodiu o crescimento dos mórmons no Brasil. Em 1975, segundo dados da igreja, eles seriam 47 mil. Dez anos depois, chegariam a 240 mil – quase cinco vezes mais.

A religião impõe uma série de sacrifícios. No documentário da NBC, o profeta Hinckley afirma: “Não é fácil pertencer a essa igreja. Exigimos muito de nosso povo”. Os mórmons são orientados a manter a castidade até o casamento. Seria uma interpretação da menção bíblica de que o corpo é um “templo de Deus”. Por essa razão, deve ser preservado. O recato é adotado até na intimidade. Homens e mulheres usam por baixo da roupa um conjunto de camiseta e calça chamado garment. As peças são brancas. Representam pureza.

Como o corpo é um “templo divino”, também não poderia ser maculado com chá preto, café, cigarro, álcool ou drogas ilícitas, segundo eles. Outra obrigação imposta aos adeptos é o pagamento do dízimo, “um dinheiro que pertence a Deus”. A igreja orienta o adepto a separar essa quantia assim que o salário entra na conta. Só depois ele deve se preocupar com os pagamentos do mês.

A contribuição de adeptos é a principal fonte de receita da igreja. As contas não são divulgadas, mas um levantamento feito pela revista americana Time estima os ativos da entidade em US$ 30 bilhões. Por ano, a arrecadação com o dízimo giraria em torno de US$ 6 bilhões. A riqueza é visível no acabamento dos templos – são 124 no mundo inteiro. O templo de São Paulo tem vitrais importados da Itália nas 118 salas. Muitos fiéis optam por morar perto do luxuoso prédio. Localizado a 100 metros, o condomínio Vertentes do Morumbi recebeu o apelido, entre os próprios mórmons, de Mormolândia.

Além da possibilidade de um dia viver ao lado de Deus, a igreja acena com outro atrativo aos fiéis: a idéia de que a família pode permanecer unida pela eternidade. Para assegurar que os parentes continuem juntos no plano espiritual, eles casam até mesmo antepassados mortos em cerimônias reservadas. A igreja também incentiva os fiéis a ter famílias numerosas. Os mórmons dedicam um dia da semana às chamadas reuniões familiares.

Para assegurar a sobrevivência da família nesta vida, os mórmons são orientados a armazenar comida por um ano. Para isso, utilizam diversas técnicas. Em nenhuma religião jamais se precisou da razão para acreditar em histórias, seguir costumes e defender dogmas. É tudo questão de fé.

Crescimento do Espiritismo no Brasil

Andei pesquisando sobre o tema e achei um material divulgado no site Usina de Letras sobre o crescimento do espiritismo no Brasil. Acho importante, como cristãos que somos, estarmos todos atentos a esse crescimento de religiões que não pregam o que Jesus Cristo falou. Temos o dever de anunciar aos quatro cantos o Jesus fez em nós e o que pode fazer na vida das pessoas. Muitos se revoltam contra Deus quando vêm notícias de guerras, fome, violência, miséria, desigualdades sociais, assassinatos…mas não procuram analisar a Bíblia, e não querem ver que tudo isso está escrito nas Sagradas Escrituras! A Bíblia, ao contrário do que muita gente pensa, não é um simples livro escrito há milhares de anos. É a revelação de Deus para a humanidade! Deus não está de olhos fechados para tudo isso que está acontecendo no mundo. Ele entregou a humanidade às suas próprias paixões e iniquidades (pecados), porque a natureza do homem é essa: perversa, ruim, baixa, traiçoeira.

Bom, aí está mais uma pesquisa que eu andei fazendo, Espero que gostem e que vocês reflitam sobre o que estão fazendo em prol do Reino de Deus!

REVISTA ÉPOCA – JULHO DE 2006 : A NOVA FACE DO ESPIRITISMO NO BRASIL

 

A Revista Veja, de maio de 2005, publicou uma extensa Reportagem sobre o Espiritismo no Brasil e a crescente procura das pessoas por essa opção religiosa. Realmente os dados são curiosos. A cada matéria sobre o assunto, percebemos algo ainda pouco divulgado :

Primeiro que o I.B.G.E só reconhece, oficialmente em 2000 ( 169,6 milhões de habitantes ), como Espíritas, apenas 1,3%, o que resulta em 2,2 milhões de adeptos da Doutrina, aproximadamente :

Segundo que, as publicações, em variados meios de comunicação, são enfáticas em dizer que, apesar dos números do IBGE, existem mais de 20 milhões de brasileiros que adotam os princípios Espíritas, apesar de não abandonarem suas Religiões de origem. Porém, temos a quantificação de seguidores do Espiritismo, por assimilação ou acréscimo às suas crenças :Revista Veja : 40 milhões. Globo Repórter : 30 milhões. Revista Época : 20 milhões.

Independente da metodologia aplicada visando a projeção dessa “população”, estimada em escala muito superior aos números oficias do Instituto Governamental, percebe-se a grande influência dessa Religião num País que já foi eminentemente católico, mas que agora cede espaço para outras Doutrinas que apresentam um quadro mais amplo em seus princípios, sem imposição de dogmas herméticos de difícil assimilação, e com uma proposta mais racional e de fácil aceitação para àqueles que se propõem a estudá-la.

O que vai a seguir é apenas um pequeno segmento do que consta na Revista. A matéria é bem extensa e detalha alguns depoimentos de populares e suas perspectivas com a adoção dessa Filosofia e as consequentes mudanças e comparações com o que, anteriormente, professavam.
Esqueça os copos que se movimentam sozinhos sobre a mesa branca, as operações com canivete e sem anestesia do Médium Zé Arigó e as sessões de exorcismo coletivo transmitidas pelo rádio. Isso tudo ainda existe, mas o crescimento e a exportação da Doutrina se devem principalmente ao seu lado menos místico e mais racional.E esse novo Espiritismo preserva os pilares básicos da Religião : A imortalidade do Espírito, sua Reencarnação e Evolução, além da possibilidade de comunicação entre vivos e mortos. Mas se baseia muito mais em leituras e na introspecção que em rituais ou sessões que invocam supostas forças do além. São incentivadas também as duas práticas mais fortes da Doutrina : A caridade e a tolerância Religiosa.

O Espiritismo vem crescendo no Brasil, principalmente entre jovens da classe média.

A Doutrina cresceu cerca de 40% entre os últimos dois Censos. Os dados do IBGE mostram que esse crescimento se deu principalmente nos estratos mais rico e escolarizados da população. A renda dos Espíritas é 150% superior à média nacional, e 52% deles ganham acima de 5 salários mínimos. Entre os Epíritas, 77% têm entre 8 e 15 anos de escolaridade, dez anos em média a mais do que os católicos.

O que explica a adesão crescente da classe média ao Espiritismo ? Quem responde é o Sociólogo Flávio Pierucci, da Universidade de São Paulo, autor de – A realidade Social das Religiões no Brasil – : “O Espiritismo é uma Religião confortável. Ela suaviza o drama da morte e dá respostas lógicas ao que acontece de bom e de ruim. Sem falar que podemos levar ‘créditos ou débitos’ para outras vidas.”

Pierucci considera que há 3 razões pelas quais o “novo Espiritismo” atrai adeptos entre a Classe Média :

1) A Doutrina Espírita se baseia num conjunto de idéias muito bem sistematizado e, portanto, passível de aceitação racional.

2) Ela é flexível e acolhe pessoas de todas as Religiões.

3) A forma original da Religião fundada por Allan Kardec de lidar coma questão da morte.

A segunda razão para o crescimento do Espiritismo é a flexibilidade da Doutrina. Avessos a fundamentalismos, hierarquias, sacerdotes, altares e ídolos, os Espíritas acolhem pessoas de todas as Religiões. Não há exigências de atitudes cerimoniosas, no vestuário ou cobrança financeira. Adeptos de outras Religiões costumam se envolver com o Espiritismo sem necessariamente abandonar as crenças originais.

Isoladamente é o terceiro grupo religioso no Brasil, atrás dos católicos e dos evangélicos ( as religiões afro-brasileiras, por exemplo, não ultrapassam 0,3% da população, com cerca de 500 mil adeptos ).Os Espíritas brasileiros concentram-se nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais ( principalmente no Triângulo Mineiro ), Brasília e Rio Grande do Sul(Jacob et al., 2003). Apesar de formalmente incluir apenas 1,3% da população brasileira, a influência do Kardecismo nas classes médias brasileiras transcende em muito essa cifra : Apenas em 2002 foram comercializados sete milhões de livros espíritas no Brasil, e somente o médium Chico Xavier teve, nos últimos anos, cerca de 25 milhões de livros vendidos ( Mansur, Cordeiro, 2003).

ISLAMISMO CRESCE ENTRE JOVENS NA PERIFERIA DE SP

Quando abri o msn hoje, vi essa notícia e resolvi ler. Fiquei impressionada em ver como o diabo tem agido nos últimos tempos, iludindo as pessoas a viverem escravizadas no pecado, e tudo isso de maneira sutil. Leia esse post e reflita na segunte pergunta:”O que eu tenho feito para a expansão do reino de Deus?”

“São 15h45. Está na hora da oração da tarde”, avisa Honeré Al-Amin Oadq, de 31 anos, interrompendo a entrevista. Ele se levanta, pede licença e vai apressado ao banheiro. Lava as mãos, em seguida a boca, barba e orelha, umedece os cabelos e entra no amplo salão central de uma mesquita em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. Ajoelhado, ora por cerca de cinco minutos. O ritual é repetido cinco vezes por dia.

Honeré nasceu pobre, na periferia de Diadema. Na adolescência, entrou para o movimento negro e integrou um grupo de rap até se converter ao Islã. Atualmente, dedica-se a anunciar a fé nas palavras do profeta Maomé no Centro de Divulgação do Islã para a América Latina (CDIAL). “Hoje, não canto mais, mas muitos jovens usam os meios que têm, a sua arte, para divulgar o Islã. Já vi vários entrando em uma mesquita para conhecer o islamismo apenas por ter ouvido falar em um show, uma letra de música.”

A conversão de jovens da periferia de São Paulo ainda não tem as mesmas dimensões das observadas nos guetos das grandes cidades dos Estados Unidos ou da França – onde cerca de 1.600 pessoas se convertem à religião por ano. Mas já foi parar até em um informe sobre a liberdade religiosa no Brasil, feito pela Embaixada dos Estados Unidos. “As conversões ao islamismo aumentaram recentemente entre os cidadãos não árabes. Há 52 mesquitas, centros religiosos islâmicos e associações islâmicas”, diz o texto.

O islamismo é a religião que mais cresce no mundo atualmente – e no Brasil não é diferente. O problema é quantificar o fenômeno. O Vaticano anunciou na semana retrasada que, pela primeira vez na história, o número de muçulmanos ultrapassou o de católicos no mundo. Islâmicos somam 1,3 bilhão de seguidores ante 1,13 bi de católicos. O crescimento se deve basicamente às taxas de natalidade, mais altas em países islâmicos. No Brasil, há mais de 27 mil seguidores de Alá, segundo o Censo de 2000. Mas líderes religiosos acreditam que o número de fiéis é subestimado no País.

“O dado oficial que temos é o do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mas é difícil calcular o número de muçulmanos convertidos, uma vez que a conversão ao Islã é muito pouco formalizada, e as comunidades muçulmanas apresentam, em geral, baixo nível de organização”, afirma o xeque Armando Hussein, ex-presidente religioso da Mesquita Brasil, a mais tradicional de São Paulo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Diante de tudo o que foi apresentado abaixo, o que é que você tem feito pra mudar esse quadro????

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