Projeto Missionário

Assu/RN

Está localizado na microrregião do Vale do Assu, na mesorregião do Oeste Potiguar. De acordo com o IBGE, sua população é de 51 mil habitantes, dos quais 38 mil estão na zona urbana, e 13 mil na zona rural. Ocupa o posto de 2º município mais populoso do Oeste Potiguar, perdendo apenas para Mossoró.

É um dos municípios mais antigos do estado do Rio Grande do Norte.

  • Informações sócio-econômicas de Assu/RN

1. Economia

O Assu tem como suas principais fontes de renda a exploração petrolífera, a fruticultura e a pesca, destacando-se na economia potiguar como uma das cidades mais importantes do estado.

Apesar da importância na agricultura e pecuária, destacam-se a indústria e o setor de serviços, além do comércio.

2. Geografia

A cidade do Assu fica localizada no sertão potiguar na região conhecida como “vale do Assu”.

A vegetação predominante é a Carnaubeira, o nosso clima é quente com temperatura na média de 27 graus C.

Clima: Clima quente com temperatura na média de 27 graus C.
População: 50 mil habitantes

Distância: O município do Assu esta localizado na Mesorregião Mossoroense, Micro-região Vale do Assu. Distante 210 quilômetros de Natal capital do Rio Grande do Norte

Limites: Limita-se com os municípios de: Jucurutu, São Rafael, Itajá, Ipanguaçu, Afonso Bezerra, Alto do Rodrigues, Carnaubais, Serra do Mel, Mossoró, Upanema e Parau.

3. Baobás

Os baobabs ou Baobás (Adansonia) são um gênero de árvore com oito
espécies, nativas da ilha de Madagascar (o maior centro de
diversidade, com seis espécies), do continente africano e da Austrália
(com uma espécie em cada).

As espécies alcançam alturas entre de 5 a 25 m de altura
(excepcionalmente 30 m), e até 7 m no diâmetro do tronco
(excepcionalmente 11 m). Destacam-se pela capacidade de armazenamento
de água dentro do tronco, que pode alcançar até 120.000 litros.

Os baobás desenvolvem-se em zonas sazonalmente áridas, e são árvores
de folha caduca, caindo suas folhas durante a estação seca. Alguns têm
a fama de terem vários milhares de anos, mas como a sua madeira não
produz anéis de crescimento, isso é impossível de ser verificado:
poucos botânicos dão crédito a essas reivindicações de idade extrema.

O baobá é a árvore nacional de Madagascar e o emblema nacional do Senegal.

A região de Assu RN tem o maior número de BAOBÀS do Brasil, que totaliza 11 Arvores.

4. Educação

Assu dispõe de um campus da UERN, onde funcionam os cursos de Economia, Letras, Pedagogia e História.

E por que eu coloquei essas informações? Pelo simples fato de que esta cidade será alvo de um grande projeto de Deus, o 22º Projeto Missionário do Demec, que será realizado de 7 a 28 de janeiro nesta cidade, que sofre amarrada na idolatria e cegueira espiritual.

Oremos por esta cidade e este projeto, para que grandes coisas o Senhor possa fazer através de nós!

“Em Deus faremos proezas, pois ele mesmo calca aos pés os nossos adversários” Sl 108:13

29 de janeiro de 2008

Começamos o discipulado. Eu fui com Emanuel e Romário, mas infelizmente não achamos ninguém, porque o endereço de duas das três fichas não existe, e na única casa que a gente achou o cara não estava em casa.

À noite tivemos o primeiro culto na igreja em formação. Emanuel pregou e eu ministrei o louvor. Foi bem diferente, porque eu soube na hora que a gente estava sem caixa de som. Isso me lembrou os momentos de louvor nos que acontecem durante a semana lá na igreja. Mas o culto foi uma benção, glória a Deus por isso!!!

28 de janeiro de 2008

O pessoal foi embora ontem mesmo depois do último culto. Foi um pouco ruim ver a galera indo embora e permanecer. Ainda estou um pouco ansiosa com o que vai acontecer aqui durante estes 15 dias. O grupo que ficou no Assu foi: Emanuel (o líder do grupo), Walther, Wanderley, Rayssa e eu. Desse grupo eu tenho mais intimidade com Emanuel e Rayssa. Wanderley eu já conhecia de Custódia, mas não era de conversar com ele. Walther eu vou conhecer agora. Meu coração ainda está um pouco acelerado com tudo isso.

Quando o pessoal de Guarabira foi embora, nós pegamos nossas coisas e fomos pra casa do pr João Batista. Lá a gente se instalou e tentou descansar. O trabalho que nos espera aqui é grande, mas Deus é conosco! O pessoal de Campo Grande (Romário, Kállio e Marcionila) ficou com a gente aqui, vão passar ainda mais alguns dias aqui com a gente. Eu achei legal, porque já se forma um trio a mais pra discipular o pessoal.

Amanhã a gente vai se reunir pra decidir como vamos iniciar o trabalho aqui.

Projeto de Evangelização do Sertão (PES)

Nesse fim de semana (29 e 30/03/08) estive na pequena cidade de Lagoa de Dentro, participando do meu primeiro avanço missionário, que foi realizado pelo Ministério Sal da Terra.

Não dá nem pra descrever o quanto foi bom ter participado de uma obra tão maravilhosa como a de evangelização do Sertão…eu fico encantada cada vez que ouço a idéia de ir evangelizar o sertão, uma região que eu amo tanto.

Foram dois dias de muita chuva de bênção (e de água também), onde levamos a palavra de Deus na cidade e em alguns povoados próximos. Eu estive no povoado Bom Jesus, um povoado que não tem nenhum crente, nem ponto de pregação da palavra de Deus. Foi um grande e belo desafio levar a palavra de libertação para aquelas pessoas, que pela graça de Deus nos receberam tão bem, mesmo por trás de tão grande legalismo religioso.

Espero em Deus participar dos próximos avanços, e trabalhar mais nessa obra de evangelismo, que é tão gratificante…

Um pouco sobre Natuba/PB

HISTÓRIA DA CIDADE

Sabe-se que em 1874, foram adquiridos uma imagem e um sino para a capela em homenagem a Nossa Senhora das Dores, o que fez acreditar que na época já existia por ali, o início de uma povoação. Recebeu o topônimo de Natuba, passando depois para Trambeque e mais tarde para Barra de Natuba. Em 1875, uma grande cheia do rio Paraíba destruiu por completo a vila, fazendo com que seus moradores edificassem a povoação um pouco mais acima, onde se encontra, hoje, a sede municipal.

Temperatura Média

25 ºC

Limites

Limita-se com o Estado de Pernambuco e com os municípios de Salgado de São Félix, Itatuba, Mogeiro, Aroeiras e Umbuzeiro.

Distâncias

143 km da Capital

NÚMEROS GERAIS DE NATUBA
Fundação: 1961
Altitude: 331 m
População: 10.526 habitantes
Área Total: 226,8 km²
Dens. Demográfica: 46,41 hab/km²
CEP: 58410-000

Natuba

Paraíba – PB

 

Histórico

 

POUCO se sabe sobre o início do povoamento do atual município. Acredita-se, porém, que em 1874, já existia pequena povoação, de vez que naquele ano foi adquirida uma imagem de Nossa Senhora das Dores e sino para colocar na capela existente no lugarejo.

O topônimo Natuba, em seguida foi mudado para Trambeque e, mais tarde, para Barra de Natuba.

O município localizava-se às margens do rio Paraíba e, em 1875, devido à uma grande enchente, o rio transbordou, destruindo a Vila de Natuba.

Os moradores edificaram nova povoação mais acima, onde as enchentes não pudessem alcançar.

Alguns moradores contribuíram para a formação do lugarejo, destacando-se Francisco Costa, Manoel de Farias Vasconcelos e João Bezerra, participantes ativos do crescimento do lugar.

O progresso de Barra de Natuba foi rápido e, em 1914, o Manoel de Vasconcelos fez a doação de um terreno para se construída uma nova sede da igreja, que foi reformada, em 1940, e hoje é a Matriz da comunidade, sob orago de Nossa Senhora das Dores.

 

Gentílico: natubense

 

Formação Administrativa

 

Distrito criado com a denominação de Natuba, pela lei provincial nº 2, de 11-09-1848, subordinado ao município de Umbuzeiro.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de Natuba figura no município de Umbuzeiro.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.

Elevado à categoria de município com a denominação de Natuba, pela lei estadual nº 2601, de 29-11-1961, desmembrado de Umbuzeiro. Sede no antigo distrito de Natuba. Constituído de 2 distritos: Natuba e Pirauá, ambos desmembrado de Umbuzeiro. Instalado em 27-10-1962.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 2 distritos: Natuba e Pirauá.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Mais um sonho, mais um projeto à vista…

Semana passada eu tive um sonho diferente, que eu vou compartilhar aqui no blog. Acredito que foi mandado pelo Senhor, e como disse Eliel sobre o sonho “uma pescadora de homens”.

Sonhei que estava em uma cidade que eu nunca fui, e eu estava na parte rural desta cidade. Tinha uma estrada de barro, plana, com muitas árvores, na direita e na esquerda, e essas árvores eram grandes e bonitas. Havia chovido muito e algumas casas estavam alagadas. Eu estava na casa de uma senhora, onde a água cobria os pés, e essa água era transparente, muito limpa, e tinha muitos peixinhos coloridos.

Quando eu saía pra voltar à base, encontrei com o pr Márcio e contava o que eu tinha visto, eu o chamava pra visitar a casa dessa mulher e  ele ia comigo. Quando estávamos prontos pra sair, meu pai aparecia lá com uma menina que aparentava ter uns 3 anos e me dizia que eu tinha que levá-la ao médico. Quando eu ia sair com essa menina e o pr Márcio (eu acho)  eu acordei. E fim do sonho.

Como eu nunca vi essa cidade, acredito que vou ao 23º projeto missionário DEMEC em Natuba/PB. Oremos por essa cidade, que é tão necessitada do Evangelho da graça de Deus.

Um abração e até mais!!!

15 de junho de 2008 (13h 27min)

Não sei…há um tempinho eu escrevi aqui que iria ao projeto missionário, mas com o passar dos dias, a motivação já não tem sido a mesma. Talvez seja o momento de parar um pouco e refletir sobre minha vida secular, meu curso universitário, minha família…talvez seja uma boa oportunidade de ir e mostrar que eu sou diferente, que eu posso me divertir sem que para isso eu desobedeça a palavra de Deus e, acima de tudo, praticar um pouco a teoria (e prática) que eu recebi em 4 projetos missionários que participei.

Parece estranho pensar em não ir, mas aqui em casa já não dá sequer pra falar na expressão projeto missionário, as pessoas ficam mais estressadas.

Eu fiquei feliz em ver uma notícia no boletim de hoje da igreja. Nós vamos fazer um “miniprojeto missionário” nas nossas congregações do interior: Barra de Santana e Riacho de Santo Antônio. E como eu não posso ficar de fora de nada disso, é uma excelente oportunidade de trabalhar na seara.

Hoje eu estava na igreja e, vendo um slide que o pr. Toni estava apresentando, percebi algo maravilhoso: Deus me chamou pra missões, me deu o dom de louvar e ensinar e me deu um curso maravilhoso, tudo para que eu possa serví-lo. Me deu o dom de louvar e ensinar para que eu possa fazer missões, em tempo e fora de tempo. Isso não é realmente maravilhoso?

Diante de todas as coisas que o Senhor faz, podemos ver que as coisas de Deus são perfeitas, e que tudo tem um propósito definido.

Que o Senhor nos abençoe!!!!!!!

Mas já??????

Parece até loucura, mas eu já estou pensando no 24º projeto missionário DEMEC. É sério! A cada projeto que eu vou, Deus trabalha em uma área da minha vida, e a cada experiência eu vejo (com os olhos da fé), que os dias de sair para os campos brancos estão cada vez mais perto!

Que tal orarmos pelo próximo projeto missionário? Não custa nada, e o melhor disso tudo é que você ainda pode ser premiado pelo Senhor da seara para ir!!! Não é massa??? Essa é a parte que eu mais gosto!

Bom, eu estava atravessando um momento de deserto, um momento de parar um pouco, mas agora eu não posso e não consigo ficar parada. Jesus disse “olhem para os campos! Estão prontos para a colheita! Orem e peçam ao Senhor da seara para que envie trabalhadores, porque a seara é grande, e poucos são os trabalhadores!”. Essa é a realidade. Precisamos sair da nossa zona de conforto, nos levantar dos bancos da igreja, pôr nossos joelhos no chão, colocar a bíblia debaixo do braço e sair para o trabalho.

Eu coloquei há um tempo atrás algumas informações sobre o crescimento de seitas e heresias. Pessoas que pregam e vivem uma mentira como se fosse verdade, e nós que conhecemos a verdade pregamos como se não fosse!!! Precisamos viver aquilo que pregamos! Há um ditado popular que diz “faça o que digo, não o que faço”. Paulo nos diz “Sede meus imitadores”. Em outras palavras, façam o que eu digo e faço. Como disse meu amigo Betinho, imite Jesus! Será que você pode dizer “sejam meus imitadores”? Pergunte a si mesmo se o que você está fazendo condiz com o comportamento de um cristão. O que você faz agrada a Deus? Faça a seguinte pergunta ao seu coração: Jesus faria isso que eu estou fazendo?

É hora de despertarmos do sono! É hora de sair da zona de conforto! Pedro não queria descer do monte quando presenciou a transfiguração de Jesus, mas era necessário descer, para passar por tudo o que ele passou.

Vamos agir, porque é tempo de responder ao chamado de Deus e cumprir a ordem do nosso Senhor Jesus: Ide e fazei discípulos! O próprio Jesus disse “eis que eu estou convosco até a consumação dos séculos”. Então, vamos saquear os despojos da batalha que Cristo venceu na cruz, e vamos colher os frutos desse tão honroso trabalho!

Que Deus nos abençoe!

TESTEMUNHO DO 23º PROJETO MISSIONÁRIO EM NATUBA/PB

Jeremias 29:11-14 diz: “Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que desejais. Então, me invocareis, passareis a orar a mim e eu vos ouvirei. Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração. Serei achado de vós, diz o Senhor, e farei mudar a vossa sorte; congregar-vos-ei de todos os lugares para onde vos lancei, diz o Senhor, e tornarei a trazer-vos aos lugar donde vos mandei para o exílio.”

Mais do que ofertas e auxílios, o projeto só é movido através da oração. A oração é a mola mestra deste e de qualquer outro feito da vida cristã. Sem oração não podemos falar de intimidade com Deus. Sem intimidade com Deus não há santidade, e sem santidade não há conquista.

A ordem de Deus para nós é BUSQUEM AO SENHOR. Is 55:6 diz “buscai ao Senhor enquanto se pode achar”. Deus quer que nós O busquemos mais, jejuemos mais. O pr. Wilton costuma dizer o seguinte “muita oração, muito poder; pouca oração, pouco poder; nenhuma oração, nenhum poder”. Só através da oração nós podemos estar fortalecidos e revestidos no Senhor.

E por quê eu estou falando sobre oração e buscar ao Senhor? O que isso tem a ver? Tem tudo a ver. Tudo o que aconteceu conosco no projeto foi fruto de muita oração, não apenas da equipe, mas de várias pessoas fora do projeto.

A sugestão que eu tenho para dar é que cada um comece a buscar mais ao Senhor. Não vamos fazer do período de louvor momentos de pular e dançar, simplesmente. É muito bom pular e dançar na presença do Senhor. Mas vamos entrar por essas portas com o coração cheio do desejo de adorar ao Senhor, de coração aberto, com desejo de ter mais intimidade com Deus. Só você e o Senhor.

Quero deixar um texto que me marcou muito durante esses 21 dias de projeto missionário, que está em Ec 11:1-6, que diz:

1. Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás.

2. Reparte com sete, e ainda até com oito; porque não sabes que mal haverá sobre a terra.

3. Estando as nuvens cheias de chuva, derramam-na sobre a terra. Caindo a árvore para o sul, ou para o norte, no lugar em que a árvore cair, ali ficará.

4. Quem observa o vento, não semeará, e o que atenta para as nuvens não segará.

5. Assim como tu não sabes qual o caminho do vento, nem como se formam os ossos no ventre da que está grávida, assim também não sabes as obras de Deus, que faz todas as coisas.

6. Pela manhã semeia a tua semente, e à tarde não retenhas a tua mão; pois tu não sabes qual das duas prosperará, se esta, se aquela, ou se ambas serão, igualmente boas.”

Treinamento: foram momentos de aprendizado e busca ao Senhor durante 4 dias. Podemos aprender sobre plano de salvação, homilética (como fazer um sermão), evangelismo e ética na visitação, batalha espiritual, discipulado, seitas e heresias, como testemunhas de Jeová, espiritismo, seicho-no-iê (que a própria primeira dama levou pra cidade), além de catolicismo.

Evangelismo: nos primeiros dias sentimos muitas dificuldades na área espiritual; as pessoas só queriam ouvir, isso quando abriam as portas das casas, compreendiam a mensagem, mas preferiam permanecer no estado de erro. Quando vimos esse quadro, intensificamos mais as orações e jejuns, e para a glória de Deus várias vidas se entregaram a Jesus.

Operação campo: tivemos duas operações campo. Na primeira, fomos a um povoado relativamente perto, e lá eu tive uma grande experiência em uma das casas. Entramos em uma casa onde uma jovem tinha acabado de tomar veneno. Nós oramos por ela e eu senti direção de Deus para permanecer naquela casa. Então eu pude falar do amor de Deus para aquela jovem e em todo o tempo pudemos ficar intercedendo por aquela vida. Ficamos cerca de 45 minutos naquela casa e glória a Deus que durante todo esse tempo o veneno não fez efeito. Nunca havia sentido tanta compaixão por uma vida como eu senti por ela. À noite eu estava um pouco triste por ela, mas de repente me veio uma alegria ao meu coração e Deus me falou que ela estava bem. No dia seguinte eu soube que ela já estava em casa e que estava bem. Na segunda operação campo, a equipe foi dividida em dois grupos, e cada grupo foi pra um sítio diferente. Em ambos os trabalhos nós demos apoio à Assembléia de Deus Belém. No sítio onde ficamos houve 4 decisões, e todas as pessoas que moram lá ouviram a palavra de Deus. Foi uma experiência marcante para todos os que participaram.

Culto noturno: nos cultos noturnos, várias pessoas puderam ouvir a palavra de Deus. No começo não foi fácil, pois as pessoas que estavam indo até o local de culto só estavam com a intenção de ir ver e equipe. Nessa cidade, as pessoas estavam totalmente aprisionadas à prostituição, e essa foi uma das grandes dificuldades da equipe nos cultos noturnos. Eu tive a oportunidade de pregar na praça em uma das noites. Nós tivemos muitas experiências, entre elas, a de uma adolescente de 13 anos que ficou endemoninhada em casa e um grupo que voltava do culto foi abordado para entrar naquela casa. Essa menina, chamada Rafaela, estava possessa por uma legião, o que tornou a situação um pouco mais difícil. Mas glória a Deus que ela e toda a sua família foram libertos e aceitaram ao evangelho. Também durante os cultos nós tínhamos uma brecha de oração. Fazíamos revezamento na brecha, intercedendo por cada parte do culto.

Nós pudemos sair de Natuba certos de que a nossa obrigação, nosso dever foi cumprido. E podemos dizer com toda certeza que EM DEUS FIZEMOS PROEZAS naquela cidade.

Que o Senhor nos abençoe!!!!

GOIANA/PE

População: 71.177 habitantes (Censo 2000)
Distância do Recife: 60 km
Acessos: BR-101,PE-15 e PE-01 (via Paulista). Saindo de Recife, basta tomar a BR-101 Norte e seguir em frente; Goiana está a aproximadamente 10 km da divisa de Pernambuco com a Paraíba

História

Inicialmente habitado por índios Caetés e Potiguares, a fundação do município de Goiana é anterior a 1570. Marcada por um rico passado histórico, a cidade foi a primeira no Estado a declarar extinto o regime de escravidão, antes mesmo da Lei Áurea. Nela também aconteceu a Epopéia das Heroínas de Tejucupapo.

Este último acontecimento teve início em 1645, quando invasores holandeses, ameaçados pela Insurreição Pernambucana, liderada por André Vidal de Negreiros, refugiaram-se no Forte Orange, em Itamaracá. Cercados pelas tropas inssurretas, os holandeses se viram impedidos de sair em busca de alimentos. Com a fome e a umidade do local, foram acometidos pelo escorbuto, doença causada pela falta de vitamina C no organismo.
A solução era ir até a Vila de Tejucupapo, em Goiana, onde os cajueiros da região, que eram utilizados como remédio para a doença, estavam em fase de frutificação. Comandados pelo Almiranete Lichthant, cerca de 600 holandeses partiram, pelo mar, em direção ao local. Para se defenderem da invasão, os cem homens que habitavam Tejucupapo montaram uma trincheira, levando mulheres e crianças para a luta.
Durante o confronto, 23 holandeses foram mortos, despertando a fúria dos inimigos. Percebendo a superioridade holandesa, Maria Camarão, de crucifixo em punho, percorreu a vila convocando as mulheres a pegarem em armas e ajudarem os homens na luta contra as tropas inimigas. No dia 24 de abril de 1646, munidas de paus, pedras, panelas, pimenta e água fervente, as mulheres de Tejucupapo venceram os holandeses que ameaçavam suas terras e famílias. A Igreja de São Lourenço de Tejucupapo é hoje bem tombado do Estado de Pernambuco.
O episódio marcou a história brasileira como uma das poucas batalhas a envolver a participação coletiva de mulheres. Para obter mais informações sobre esse evento, visite esse site sobre um filme que mostra a Epopéia das Mulheres de Tejucupapo.
Administrativamente, o município é formado pelos distritos sede, Pontas de Pedra e Tejucupapo, além dos povoados de Frecheiras, Melões, Gambá, Ibeapicu, Barra de Catuama, Atapuz, Carne de Vaca, São Lourenço e Carrapicho.
Anualmente, no dia 05 de maio Goiana comemora a sua emancipação política. O padroeiro da cidade é São Sebastião.

Economia

O município de Goiana teve, durante séculos, a economia voltada exclusivamente à monocultura da cana-de-açúcar. Agora, apresenta uma tendência à diversificação de atividades. Entre elas destacam-se as indústrias de transformação, o comércio varejista, a pesca (foto) e a prestação de serviços.
Goiana está localizada na Região de Desenvolvimento da Mata Norte, na mesorregião da Mata Pernambucana. Essa área abrange cerca de 3,29% do território estadual, são 3.256,5 km² de área constituída por outros 18 municípios, são eles: Aliança, Buenos Aires, Camutanga, Carpina, Chã de Alegria, Condado, Ferreiros, Glória do Goitá, Itambé, Itaquitinga, Lagoa do Itaenga, Lagoa do Carro, Macaparana, Nazaré da Mata, Paudalho, Timbaúba, Tracunhaém e Vicência.
Com uma economia agrícola predominante, essa região possui como atividade principal a produção de cana-de-açúcar. É nessa área de cultivo onde está empregada a maior parte da mão-de-obra local.
A História de Goiana está estreitamente vinculada aos engenhos da região. Durante o período colonial, Goiana foi um dos principais produtores de cana em Pernambuco; o rio Goiana, que corta a cidade, abrigava importante porto, que escoava produção do local.

Fonte:http://www.recifeguide.com/brasil/pernambuco/goiana.html

Provável cidade do 25º projeto missionário da Aliança

Olá pessoal! Aí vão algumas informações sobre a provável cidade a receber o próximo projeto missionário da Aiança das Igrejas Congregacionais!!!

São José de Mipibu é um município no estado do Rio Grande do Norte(Brasil), localizado na microrregião de Macaíba. De acordo com o IBGE(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano 2003 sua população era estimada em 36.995 habitantes. Área territorial de 294 km².

História

O aldeamento que deu origem ao município, por volta de 1630, já era citado nos relatórios da Capitania do Rio Grande do Norte como dos mais antigos e populosos. Existiam na capitania cinco ou seis aldeias, totalizando 750 índios. Os primeiros habitantes foram Tupis e, provavelmente, Cariris. A principal aldeia chamava-se Mopebu.

No final do Século XVII o aldeamento, com vida social em vias de organização foi entregue aos frades capuchinhos, que ali se conservaram até 1762. Com a instalação da Vila de São José do Rio Grande, em homenagem ao príncipe D. José Francisco Xavier, filho de D. Maria I, os administradores civis assumiram a direção do povoado.

O distrito foi criado por alvará de 3 de julho de 1788, e o município, com a denominação de São José, por alvará de 3 de maio de 1758, confirmado pela Carta Régia de 14 de setembro do mesmo ano. A instalação ocorreu em 22 de fevereiro de 1762. A Lei Provincial 125, de 16 de outubro de 1845, elevou a sede municipal à categoria de cidade, com o nome de Mipibu. Dez anos depois, passou a São José de Mipibu. Na divisão administrativa de 1911, o município, com a denominação de São José de Mipibu, figurou apenas com o distrito-sede, situação em que permanece.


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